terça-feira, 25 de agosto de 2009

"ARNOSO"

Terra de encantos, terra encravada no limite dos concelhos, esquecida por ambos. Aos seus limites, pelo lado de Braga chega tudo aquilo que é indispensável, transportes urbanos, agua canalizada, saneamento básico…
Arnoso, infelizmente, fica sediado no lado contrário da fronteira, pertence a um conselho que à muito esqueceu a sua existência, pois todo o que outros têm já faz muitos anos, aqui continua a ser para nós uma miragem.
A situação piorou nos últimos tempos pois passamos de terra pacata e esquecida a dormitório! Sim dormitório! pois passaram a ser construídos prédios habitacionais em altura e, sem limites quanto à sua extensão, não para albergar a população nativa, mas para atrair outras gentes oriundas de localidades circunvizinhas.
Enquanto isto os meios naturais vão sendo degradados, o saneamento continua uma miragem, a água subterrânea é explorada em demasia, a que ainda existe é afectada pela falta do saneamento.
Uma terra é conhecida pelo seu passado, pelos seus meios naturais, património, costumes e tradições, a nossa além dos religiosos tem esquecido todo. Temos o guisando, que nos entra fronteira dentro, límpido e cristalino, passa completamente esquecido, sem que lhe seja atribuída alguma importância, o que não dariam outras terras por este património natural. Tão fácil seria aproveitar as suas margens para uma praia fluvial, porque não aproveitar e revitalizar o antigo engenho que retirava as suas águas para irrigar os lameiros, sem custos energéticos adjacentes, (matéria tão em voga na nossa era), revitalizar moinhos e serrações, não parece tarefa impossível.
Temos um cruzeiro histórico, milenário, sem qualquer indicação, relativa ao seu valor estórico e cultural, grande parte da população não sabe onde se situa, não existe uma única placa de indicação para aludir há sua existência.
Uma parte da única área florestal denominada “paisagem protegida” do conselho de V.N. de Famalicão está inserida na nossa freguesia, quantos habitantes desta sabem disto. O que têm feito os nossos autarcas nos últimos anos por este bem que a natureza nos ofereceu. Será que estes também desconhecem este facto.
Felizmente ficou sediada na nossa freguesia a escola, quando a maioria foi aniquilada para serem formados grandes grupos, o nosso denominado de A. E. V E. foi completamente esquecido pela junta de freguesia, a tal ponto de esta não se ter inserido na sua direcção, nem tão pouco no seu conselho transitório que há pouco tempo cessou funções.
Passaram-se mais quatro longos anos a tratar do cemitério, bem sei é o nosso futuro, mas não seria natural olhar um pouco pelo bem-estar dos vivos…

domingo, 23 de agosto de 2009

QUE FAZER!!!!!!!!

Férias, tempo que as pessoas que trabalham deveriam dedicar a descansar…
Quando todos sabemos que os orçamentos não chegam nem para a sopa, mas tentamos tirar os nossos bem merecidos dias de férias, disse bem tentamos, pois chegamos sempre à mesma conclusão, não temos orçamento que resista.
No entanto há um nicho da sociedade que o pode fazer e, esses saem do país à procura de novas paisagens, gentes, culturas e, locais onde realmente se possa descansar, arejar como diriam alguns.
Todo estaria correcto se estas pessoas conhecessem este país, tenho quase a certeza que isto não acontece, estes turistas que ultrapassam as nossas fronteiras e não conhecem o nosso território, os nossos monumentos, serras, praias, planícies, e tanto temos para conhecer, bem sei que passar uns dias no Algarve sai um pouco caro, infelizmente é, mais caro viajar para os Açores que para as Canárias, não se compreende bem mas, temos todos que fazer um pequeno esforço, pois precisamos de engrandecer o que é nosso, é preciso mais garra, mais determinação…
Todo isto para tentar explicar o inexplicável. De que vale termos uma bienal em V. N de Cerveira, ou um aquário do Minho na mesma terra se as pessoas não ligam a mínima, que serve termos as melhores termas da Europa espalhadas por este pais se não lhe ligamos a nenhuma importância, termos um oceanário e dezenas de monumentos em Lisboa, um fluviario em Mora serras como o Gerez, Estrela, Freita, Sintra, Marão, Caramulo…
Parques naturais como Montesinho, Alvão Aire, S. Mamede… Planícies de perder de vista, em todo o território Alentejano, sarapintado com pequenas barragens e, o maior lago artificial da Europa.
Rios navegáveis em muitos km, com grande beleza, vinhas património Mundial coisa rara, só vista no Douro e nos Açores.
Não chegará para alguns mais exigentes, mas parece-me bastante para um território tão pequeno. Há ainda o litoral desde o Minho à ponta de Sagres, sobra ainda o litoral Algarvio, bom esse, tal como a Madeira não são bem portugueses! “Sim nas ementas dos restaurantes, a língua de Camões vem sempre em segundo/terceiro lugar”. Mas sobram muitas e excelentes praias para quem gosta destes locais, a começar pelas Minhotas carregadas de iodo para acabar nas Alentejanas, calmas e com areais a perder de vista.
Tanto para oferecer tem este pequeno pais à beira mar plantado, os seu habitantes preferem férias no Brasil, México, Cuba, Caraíbas e, claro muitos outros locais espalhados pelo planeta, todos eles têm concerteza algo de novo a oferecer, mas primeiro deveríamos conhecer o nosso pequeno país, foi aqui que nascemos, crescemos é aqui que sobrevivemos, deveríamos conhece-lo melhor que qualquer Inglês, Alemão, Suíço ou Sueco, qualquer cidadão destes ou de outros países sabem mais de Portugal que nós portugueses de gema. Na próxima vez que tiver uns dias livres e uns cobres para gastar fique por cá vai ver que gosta e fica cliente, sempre são novecentos anos de história carregados de cultura, uma mochila uma pequena tenda um saco cama são quase indispensáveis, o resto aparece

sábado, 18 de julho de 2009

Muchila ás costas chegou a hora...





































Uma rota diferente.
Um fim-de-semana na serra, pode sempre ser aliciante, quando falo em serra não me estou a referir à Estrela, mas sim à" Freita." Nunca tinha palmilhado estes terrenos, fiquei maravilhado.
Se corresse um pouco mais de água e as montanhas fossem um pouco mais íngremes, em qualquer dia de nevoeiro facilmente me confundiria com o meu querido Gerês.
Com vontade para caminhar é sem dúvida um bom itinerário para um fim-de-semana diferente, ar livre e muita paz.
A gastronomia não é muito abundante mas, é sem dúvida de grande qualidade e, a preços acessíveis o que é um bom prenuncio sempre que queremos sair para um bom fim-de-semana, existe um parque de campismo de razoável qualidade, os acessos não são por ai além mas para que a confusão não seja muita até é bom assim.

domingo, 21 de junho de 2009

EDITORIAL

Trinta e cinco anos após o25 de Abril ainda acontecem situações que me deixam sem palavras…


Foi com grande espanto que, numa segunda leitura, esta um pouco mais atenta, pois a primeira foi, admito, de relance.
Fui chamado à atenção por alguém que me è muito querido e para com quem tenho responsabilidades de educação e formação.
Na altura tive que pedir algum tempo para reflectir, mas uma criança normalmente não dispõe deste tempo, para conceder a um adulto, responsável, principalmente, quando na sua cabeça este adulto está sempre apto a responder a perguntas difíceis.
Sendo assim e, porque me dediquei a reflectir como prometido sobre o tema, cheguei a duas conclusões possíveis. Primeira ou esta senhora (a que escreveu este editorial) não faz a mínima ideia o que significou o 25 de Abril, ou então não concorda com os princípios do mesmo.
Se a razão estiver na primeira, é sem dúvida um problema pois uma profissional da educação, deve ter para com os seus alunos sempre presente esta fase da nossa existência, como pais.
Se a correcta for a segunda hipótese, fico mesmo preocupado, pois esta pessoa tem enormes responsabilidades perante a comunidade, primeiro porque ainda dirige esta escola, sendo a sua principal personalidade, e isto há já muitos anos a esta parte, se não estou em erro praticamente desde a sua fundação. Ora o 25 de Abril foi uma conquista de todos os Portugueses, portanto as pessoas que têm responsabilidades no ensino deveriam ser as primeiras a divulga-lo e respeita-lo como sendo um bem comum, alcançado por toda a comunidade.
Ou será que temos outra pessoa tal qual a líder da oposição ao nosso governo que também ela pretendia mais uns tempos de ditadura. Uma vergonha digo eu e temos nós pobres contribuintes de pagar um salário mensal a este tipo de pessoas, ou pior vamos ter que daqui a alguns tempos pagar a esta dita senhora uma reforma, digna de um de um membro de uma família real.
A segunda hipótese que eu na altura achei como possível ainda me deixa mais consternado e revoltado, pois sendo esta a legítima, esta pessoa resolveu contrariar todos os princípios da democracia, pois não aceita os princípios da mesma, tal forma como põe em causa o resultado de uma eleição, à qual se submeteu em escrutínio secreto. Quando isto acontece muito mal vai a democracia nestes pais.
Será que esta pessoa por antes não ter tido a mínima oposição, já considerava esta escola como sendo o seu quintal, ou a sua coutada de caça. Estará tão agarrada ao poder que não admite uma derrota, ou pior que isso, depois de tanto tempo não estará por ai nenhum gato escondido com o rabo de fora, a ver vamos.
No meio de tudo isto só fico com uma enorme preocupação! Vai esta dita professora voltar a dar aulas! Com que moral? vão os nossos miúdos, os Homens de amanhã, ter um ser desta natureza como sua formadora? Já vi pessoas sérias e competentes pedirem a demissão por muito menos. Haja bom senso de pelo menos um mea - culpa e, um pedido publico de desculpas, pois acredito que não ficaria nada mal, pelo menos uma vez na vida descer à terra ,do cimo da sua dourada sela.

(existe um velho ditado que diz: quem ventos semeia tempestades irá colher!)

sábado, 13 de junho de 2009

É A VIDA!!!!!!!!!!!!

Um ano! depois de pedir e pagar uma requisição de um novo cartão de contribuinte o vulgar N I B, pior que isso durante este longo período efectuei três deslocações ao já referido departamento de finanças para verificar se já estaria pronto, tendo como resposta é favor aguardar.
Bem como já referi passou um pouco mais que um ano -(23/05/08)-(12/06/09) e a resposta agora é a seguinte, agora está em voga o cartão único. Tudo bem é razoável que se vá evoluindo mas, tanto tempo de espera! Sem uma resposta! E, já agora o os 9.60€ que tive de desembolsar quando da requisição! Bom destes, o funcionário apenas referiu que, estavam perdidos. “Perdidos”, "roubados" referi eu muito pouco convencido. Perante a minha indignação o dito Sr. Apenas soube dizer que é possível uma exposição para reaver o meu rico dinheiro, mas reclamar a quem? Bem isso tem que perguntar ao chefe de gabinete, pode chamar esse Sr., não está cá hoje, então como reclamo, de maneira a receber o meu dinheiro? só com a tal exposição, que ninguém naquele departamento soube informar como e a quem se faz.
Porreiro é isto que os nossos departamentos públicos nos arranjam, levam-nos o nosso dinheiro e, nada do documento em pedido em suma uma fraude, ou pior que isso um caso de policia.
Se o erro estivesse do lado do simples cidadão como seria?
Se eu tiver realmente possibilidade de fazer a tal exposição, se chegar a saber a quem a dirigir, por quanto vai ficar esta brincadeira!
Não seria normais os departamentos (públicos ou não) zelarem pelos interesses dos cidadãos!
Se receberam uma taxa por algo acabaram por não produzir não seria normal devolverem rapidamente o dinheiro na referida taxa.
Será preciso pagar a um advogado! Tenham vergonha se faz favor.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

E DEPOIS!!!!!

De um momento para o outro todo pode desmoronar!

Esta é sem dúvida a verdade, em muitos aspectos da nossa vida.
Quanto mais confiantes estamos pior!
podemos perder uma eleição basta para isso nos submetermos à mesma, podemos desaparecer de um momento para o outro,e são tantas as possibilidades, um acidente,uma doença súbita, as cardiovasculares são as mais normais e mortìferas. Pode dar-se a extinção do planeta, basta para isso que um qualquer meteorito nos acerte! pior que isso, podemos perder a confiança das pessoas que nos rodeiam, b. p. isso queque estas se sintão ofendidas por alguma razão, logica ou não. Normalmente estas situaçãoes acontecem por interpretações fora de contexto.
Todo isto é relevante em vários temas ou situações que vivemos todos os dias. muitas vezes, falamos ,mas não reflectimos em contra -senso com as que reflectimos e, acabamos por não falar.

INGRATOS!

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades!
É injusto que de um momento para o outro as pessoas mudem de opinião. Isto porque nós humanos, temos a mania que somos capazes de conhecer os nossos.
Não é verdade, nem nunca será, as pessoas que mais admirámos são aquelas que nos surpreendem pela negativa.
Das que sempre desconfiamos, ou pelo menos nos deixam duvidas, por este ou aquele motivo, è bastante fácil de nos precavermos, para qualquer eventualidade, das outras em que confiamos plenamente. Bom aqui as coisas complicam-se e de que maneira “já ouvia em miúdo, são mais perigosos os amigos por detrás que os inimigos pela frente”.
Aqueles (as) que mais reivindicam respeito, na hora da verdade esquecem-no completamente, os que apregoam honra, bom esses são sempre os primeiros a abandonar a barcaça quando começa a entrar água!
Enfim sobram aqueles que tentam passar despercebidos no meio da multidão, para não serem pisados, (tal como proprietário da vivenda avisa quando o cachorro é pequeno) cuidado com o cão não pisem.
Os Portugueses, esses já se esqueceram, em tão pouco tempo, dos malefícios da seita do P S D, desde a líder, Ferreira Leite ao nosso querido presidente da República, passando pelos carismáticos Santana Lopes, Valentim Loureiro, Marques Mendes, Alberto João…
São estas pessoas que querem à frente deste pais?
Pobres Portugueses! Tão fáceis de levar.