domingo, 24 de janeiro de 2010

Nascente!























Sair de casa com intenção de ver o estado do rio, (e claro tentar saber dos nativos o verdadeiro nome do mesmo,) como o tempo não estava estável deveria ser um passeio rápido mas, mais hora menos hora talvez chegasse-mos à nascente.

A caminhada estava agradável, e quando assim é não vale desistir, mas a cada passo que avançava-mos as dificuldades começavam a surgir, silvados, lameiros encharcados o que tornava o avanço bastante lento, (tanta gente a receber subsídios sem nada produzir e os rios a precisar com urgência de uma limpeza) a certa altura encontramos um nativo já com os seu oitenta anos, e claro como eu considero que aprender è com os mais velhos logo tentei saber algo mais, tenho pena só gravei parte da conversa mas está demais, è por estas cenas que vale sempre a pena arriscar no meio do nada.

Bom com a informação do citado Sr. foi fácil chegar à nascente do rio, com sorte ainda apanhei o vizinho “dono” das poças onde o rio nasce. Este não se mostrou muito convencido em deixar visitar as poças, mas como tem um diferendo com o presidente da junta (ver vídeo) acabou por me acompanhar, e explicar a razão dos vários nomes do ribeiro como lhe chamam. “Quanto não vale uma costela de esquerda”

Mais uma vez fiquei sem certezas quanto à origem do nome mas houve em tempos um proprietário dos ditos terrenos apelidado de "guisando", na antiga igreja que ficava junto ao primeiro moinho do rio havia uma igreja chamada de igreja "velha" e uma lápide do chão indicava a existência do tal sujeito (a igreja è hoje uma quinta particular e quando das obras apareceram vestígios históricos mas como começaram a aparecer muitos interessados o dono arrasou os vestígios) vale a pena perguntar ao “ippar o porquê”



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