Só passaram 24 horas!!!!
Ontem havia um governo coeso, hoje um já há um desertor.
PORQUE NÃO TODOS, LEVEM AQUELE TIPO DE BELÉM NA ALGIBEIRA...
Um pequeno espaço entre vegetação serve para a tenda de "um" nómada… Precisa simplesmente de luz solar, de vegetação para protecção do vento, de ficar bem longe dos humanos para não ficar exposta a perturbação ou ruídos. “se passar por perto por favor tente ouvir o silencio, e já agora deixe tudo como encontrou”
sexta-feira, 5 de abril de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
VERGONHA!
Até parecia fácil.
Após se arrumar um diretor de informação isento (coloca-se um
pau mandado) e resolve-se um problema.
Demasiado fácil, deveriam ter percebido.
Não são todos iguais, cometeram erros, alguns demasiado
graves, mas cada um deles merece uma oportunidade de esclarecimento. O pau mandado,
e um aspirante a jornalista isento tiveram uma conduta deplorável…
Mil perguntas sem tempo de resposta, algumas duplicadas,
feitas ao mesmo tempo. Uma vergonha, não me pareceu uma entrevista, antes um
julgamento sumário…
Correu mal, e se um pingo de vergonha resta-se amanhã, bom,
amanhã teríamos um novo diretor de informação.
“Já agora, ficamos hoje a saber um pouco mais sobre quem é na
realidade o residente de Belém”
quinta-feira, 21 de março de 2013
FACTOS.
Após sofrer uma agressão barbara “de um agente agente da lei”
um jornalista que desempenhava o seu trabalho teve que ser socorrido, pois
apresentava um traumatismo craniano.
Segue-se um processo em tribunal, e o juiz entendeu por bem
que a coisa deveria ficar por ali, sem consequências para o zeloso agente, a
lesão sofrida teve a ver com a queda, nada foi ligado às bastonadas sofridas.
Ou seja no entender da nossa justiça um tipo é atropelado
numa passadeira, aparece morto na berma contrária mas a causa da morte deve-se
ao impacto com o chão, nunca ao contacto violento com a viatura.
Pobre país, onde a justiça é diferente para quem tem muitos
€ em relação a quem não tem o mínimo para pagar a um advogado, continuamos com a
protecção ao sistema, quem se opuser vai levar que contar.
(NÃO VIVI O TEMPO DA DITADURA SALAZARISTA, MAS COMEÇO A
PENSAR QUE PERANTE ESTA ERA UMA BRINCADEIRA DE MENINOS.)
terça-feira, 5 de março de 2013
ZÉ POVINHO "o enganado"
Somos mesmo um povo de brandos costumes.
Fazemos uma manifestação (zita) e como não dá em nada
regressamos a casa, preocupados com futebol, aí os árbitros decidem à sua bela
opinião e o Zé povo fica entretido.
Poucos deram atenção a notícias que deveriam ser
importantes, parece treta para entreter, mas se repararmos com atenção damos
conta que têm muito de complicado, pelo menos para as nossas vidas!
Refiro-me à notícia sobre os mais ricos do mundo.
Comerciantes, simplesmente comerciantes que só enriquecem com
o que os outros produzem e pior que isso, com colaboradores dos mais mal pagos
a velha Europa!
O mais rico de todos
pouco visto ou achado pela comunicação social continua a enriquecer ano após
ano, é um Espanhol, todos sabemos das dificuldades por que passam os nossos vizinhos
do lado de lá da fronteira, “cinco milhões de desempregados” e um multi milionário,
o maior de todos!
Do lado de cá da fronteira, mais do mesmo o mais rico é
também um comerciante, cada vez mais rico, num país de pobres, cada vez mais
pobres.
(Um dos grandes conflitos mundiais
surgiu com a bandeira de que os judeus eram apenas banqueiros e comerciantes, “estes
têm delapidado a classe média o motor da nossa economia” e o povo continua
entretido a gastar os poucos € que lhe restam nas lojas destes bandalhos que
nada produzem e pagam miseráveis ordenados, com o agravante de ameaçarem
constantemente governos e povo que fogem para paraísos fiscais se forem pressionados.)
(Continua zé povo a caminhar em fila para as caixas registadoras, mesmo depois de dares conta que são cada vez menos os operadores destas, continua a engordar porcos pouco honestos, continua...)
domingo, 24 de fevereiro de 2013
"VALE DO GUISANDO"
Com a imposição que sofremos a
junção das freguesias é agora um facto!
Sobre este assunto todos temos
uma opinião, essa é nossa e muito dificilmente gerará consenso. Sendo assim
também eu posso ou devo expressar a minha.
As freguesias que agora se
agrupam têm algumas diferenças, no entanto também têm muito em comum, para
suavizar os conflitos o melhor é esquecermos uma ou outra quezília do passado e
debatermos as mais-valias que esta união nos pode trazer no futuro, bem sei que
as diferenças de população são abismais, Sezures rondará nesta altura os
quinhentos habitantes, Sta. Eulália terá um pouco mais que o dobro, Sta. Maria
tem um pouco mais que as duas juntas, a população do conjunto pouco
ultrapassará os três mil e quinhentos habitantes, mesmo juntas têm pouca
população, o que perante a sede do concelho representa pouca força.
Este problema da pouca população
tem vindo a agravar-se muito acentuadamente nesta ultima década, basta para
isso verificarmos que entre os censos de 2001, e 2011 perdemos cerca de vinte
por cento das crianças, e consequentemente a população envelheceu.
A este problema temos que juntar
outro não menos dramático as migrações, estas tanto nos arrastam população para
o exterior como para os grandes centros, é um facto não uma mera suposição.
(hoje a palavra saudade já não tem os mesmos
argumento que outrora teve, a nossa moeda vale tanto aqui como em qualquer
outro país comunitário, os juros hoje são iguais para residentes e emigrantes
os imóveis não apresentam perspetivas de valorização, sendo assim leva a que
não seja atraente a estes últimos mandarem para cá as suas economias, resultado
serão poucos os que um dia regressam)
Se estas teorias estiveram
razoavelmente corretas temos um problema pela frente, creches em excesso e
lares de idosos a menos.
Vamos deparar-nos com três juntas
de freguesia em estado aceitável, um posto médico em situação deplorável e
falta de espaços para diversos grupos existentes, sejam eles corais, musicais,
de juventude, desportivos (quem sabe não é desta que se reabilitam os
escuteiros) …
Descentralizar é a palavra de
ordem, uma das sedes de junta vai continuar como tal outra será posto medico
ficando a terceira para sede de agrupamentos, no entanto em cada uma delas pode
conter um pequeno guiché de atendimento da junta.
Desta maneira não haverá
problemas nem ressentimentos.
Há a meu ver um problema
complicado a resolver, normalmente apelidado de Clero, a malta mais nova nem
vai dar conta, ( frequentou a mesma escola, já nem se diferenciam por
freguesias, são camaradas, amigos ou pelo menos bem conhecidos) já a população
com mais que três décadas vão ser difíceis de contentar.
É claro como a água que este
agrupamento agora constituído não vai ter condições financeiras para manter
três Igrejas, e num futuro não muito longínquo teremos que juntar esforços e
preservar uma das três creio que aqui o bom senso vai prevalecer, o problema
será sem dúvida os cemitérios, aqui há mais complicações.
Nenhum dos cemitérios atuais tem
grande margem para crescer, logo a junção está fora de causa, um novo de raiz
com trasladação dos atuais sairia brutalmente caro, além de enfrentar a reprovação
da população que não admitiria sem luta que se remexesse nos seus ante
queridos, o mais sensato neste caso será mesmo manter os três, sabendo que a população
mais idosa gosta de velar os seus, com os três no ativo torna-se um pouco menos
complicado.
Resta um último problema, um nome
para o novo grupo, é indispensável em minha opinião que nada tenha a ver com os
nomes de cada uma das freguesias atuais, este deve ter algo em comum a todas
elas, isto para que ninguém se sinta inferiorizado, uma vez que o “guisando” é
um elemento que une as três áreas agora juntas na minha opinião e nome a
indicar seria “Vale do Guisando”.
(Nota: é só a minha opinião, vale
o que vale)
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Quando o sino dobra…
O badalar do sino grande, (o maior das redondezas)
é sempre mau prenuncio, desta vez a escolha aleatória recaiu num dos nossos,
talvez nem fosse uma novidade, talvez no nosso íntimo já calculasse-mos este
desfecho, no entanto nunca esperamos o pior, este povo é feito de esperanças,
ou tenta entranhar-se nelas, esperançado em divindades que nunca sucedem aos
que nos rodeiam, aos que queremos ou nos querem bem…
Desta vez o dobrar do sino foi algo que nos abalou,
fomos colhidos pela tempestade invisível que vai sugando uns atrás de outros,
foste tu o escolhido, logo tu que sempre tentaste transmitir confiança e
alegria a todos os que te rodeavam, além de sempre mostrares uma inexplicável confiança
na vida e tal como eu, nunca deste grande importância a crenças e religiões,
acreditavas é verdade mas com uma certa distância.
Ficou um vazio, dobrou o grande sino, e todos os
que te rodearam durante anos, todos os que te fizeram feliz todos os que amaste
à tua maneira ficaram banhados em lágrimas, inconsoláveis e confusos é a lei da
vida, e como creio que não acreditavas numa segunda oportunidade só me resta
relembrar-te, e murmurar um até sempre…
sábado, 26 de janeiro de 2013
GREGO…
O incrível aconteceu, um Madeirense malandro consegue
emprego num País em dificuldades, “talvez ao nosso nível ou um pouco menos
acentuadas” consegue o mais complicado, ganhar a confiança do povo local, mais
consegue resultados extraordinários, treze pontos de vantagem num campeonato
competitivo, tudo levava a crer que o madeirense seria um herói, até que, algo
de complicado se passa, o mesmo madeirense excede-se nos festejos, e por entre
um e outro copo acaba por passar por cima de uma presa, tudo continuaria normal
se a dita cuja não tivesse uma ligação com o presidente do tal clube, o tal que
caminhava com os ditos treze pontos de avanço…
Quando o tipo, que manda começou a sentir umas hastes
estranhas nas fontes…
(foi de mansinho à procura do culpado) azar dos azares era o
Madeirense, o culpado pela indisposição e como por lá se preza e muito a família
quem ficou a perder foi o Madeirense, “saltou borda fora” o presidente preferiu
ficar com uma toira em casa…
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